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Se já andaste a ver séruns ou cremes nos últimos tempos, é quase impossível não teres tropeçado no nome bakuchiol. Está em todo o lado e quase sempre com a mesma promessa: resultados tipo retinol, mas sem irritar a pele.
E aqui é onde começa a curiosidade. Funciona mesmo assim? E faz sentido trocar ou adicionar à rotina? A resposta curta é: depende da tua pele, mas há boas razões para este ingrediente estar cada vez mais presente nas rotinas, sobretudo nas de inspiração coreana, onde a ideia não é “forçar” resultados rápidos, mas construir uma pele mais saudável ao longo do tempo.

O bakuchiol é um ativo de origem vegetal, extraído de uma planta chamada Psoralea corylifolia. Em cosmética, ganhou espaço por conseguir melhorar a textura da pele e os sinais de idade sem ser agressivo.
Apesar de toda a gente lhe chamar “retinol vegano”, ele não é um retinoide. O que acontece é que consegue atuar em mecanismos semelhantes, ajudando a estimular a renovação da pele, mas sem provocar aquela fase de adaptação que muitas vezes vem com o retinol.
Na prática, isso traduz-se numa pele mais confortável durante todo o processo, o que já é meio caminho andado para manter a consistência na rotina.
O interessante no bakuchiol é que não faz só uma coisa bem, faz várias de forma equilibrada.
Ajuda a melhorar a firmeza da pele ao estimular colagénio, o que com o tempo se reflete numa pele mais elástica e com melhor estrutura. Ao mesmo tempo, contribui para suavizar linhas finas e melhorar a textura, deixando a pele com um aspeto mais uniforme.
Outro ponto que costuma surpreender é o efeito na luminosidade. Não é aquele glow imediato de um esfoliante, mas um brilho mais saudável que vai aparecendo com o uso contínuo.
Além disso, tem propriedades calmantes e ligeiramente antibacterianas, o que pode ajudar em peles com tendência acneica ou mais reativas. Se ainda não tens a certeza do teu tipo de pele, descobre-o aqui!
Embora muitas vezes sejam colocados lado a lado, o bakuchiol e o retinol não são a mesma coisa. O retinol e o retinal são derivados da vitamina A, enquanto o bakuchiol é um ativo vegetal.
O que têm em comum são os objetivos: melhorar rugas, textura, firmeza e luminosidade. A diferença está na forma como o fazem. O retinol tende a ser mais rápido e intenso, enquanto o bakuchiol aposta numa ação mais progressiva e equilibrada.
Mais do que escolher o melhor, faz mais sentido perceber qual deles se adapta melhor à tua pele e ao tipo de rotina que queres manter.
Na prática, esta diferença nota-se sobretudo na forma como a pele reage. Enquanto o retinol pode exigir um período de adaptação, o bakuchiol costuma ser bem tolerado desde o início, permitindo uma utilização mais contínua e confortável.
Se já usas retinol há algum tempo e a tua pele lida bem com ele, pode fazer sentido continuar.
Mas se tens pele sensível, estás a começar agora ou simplesmente não queres passar pela fase de adaptação, o bakuchiol é uma escolha muito mais tranquila. Também é uma opção interessante durante a gravidez e amamentação.
Uma das coisas boas do bakuchiol é que encaixa facilmente na rotina, sem grandes complicações.
Depois de limpar a pele, podes aplicá-lo em sérum ou creme e seguir com o hidratante. O protetor solar continua a ser essencial, como sempre.
Ao contrário de outros ativos, não há problema em usá-lo de dia, o que dá mais flexibilidade.
À noite entra de forma muito semelhante. Pode ser usado sozinho ou integrado numa rotina com outros produtos, dependendo do que já utilizas.
Se for em sérum, pode funcionar como último passo ou misturado com o creme.
Pode ser usado todos os dias. Se a pele for mais sensível, vale a pena começar com menos frequência e ir ajustando.
Os primeiros sinais costumam ser uma pele mais uniforme e luminosa. Já melhorias em firmeza e linhas exigem mais tempo e consistência.
Um dos mais comuns é desistir cedo por não ver resultados imediatos. Outro é misturar vários ativos novos ao mesmo tempo e não perceber o que está realmente a funcionar.
E, claro, usar bons ativos mas ignorar o protetor solar acaba por comprometer tudo o resto.
Pode, e é uma combinação bastante lógica!
Uma forma simples é usar vitamina C de manhã para trabalhar a luminosidade e proteção antioxidante, e o bakuchiol para reforçar a rotina.
Também podem ser usados juntos, dependendo da fórmula.
Funciona bem com niacinamida, ácidos e outros ingredientes comuns nas rotinas coreanas. É um ativo fácil de integrar.
Mais do que evitar ingredientes específicos, o importante é não exagerar! A pele precisa de tempo para se adaptar, mesmo a ativos suaves.
Nem todos os produtos com bakuchiol são iguais, por isso vale a pena olhar para o conjunto. Peles mais sensíveis pedem fórmulas simples e calmantes. Peles com mais preocupações de firmeza podem beneficiar de combinações mais completas.
Aqui a cosmética coreana costuma destacar-se, com fórmulas que incluem ingredientes como centella asiática ou ácido hialurónico para manter a pele equilibrada.
Dentro do universo K-beauty, já existem várias opções com bakuchiol que se adaptam a diferentes rotinas e necessidades.
Os séruns são a opção ideal se procuras bakuchiol bem concentrado para potenciar todos os seus efeitos.
Queres os benefícios do bakuchiol + hidratação? Estes cremes coreanos são para ti:
E se te dissermos que o contorno dos olhos e a pele do corpo também podem aproveitar os benefícios do bakuchiol?
No fim, não é uma questão de escolher um lado. É mais perceber o que a tua pele precisa e em que fase estás. Há quem prefira a intensidade do retinol, há quem valorize a suavidade do bakuchiol, e há também quem vá alternando entre os dois.
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